O quanto as cidades são seguras para mulheres?
Estava em uma conversa em um aplicativo de mensagens (aquele mesmo que quase todos usam) quando surgiu o assunto sobre uma rua bem famosa daqui. E eu disse que não
O tombo
“…trepei numa roseira, quebrei um galho…Ai, ai, me acode, senão eu caio…” Parlenda* popular infantil Aqui não tem roseiras, até porque quem subiria numa roseira? Vamos falar de tombos, tombos
Uma Sentença de Burocracia
Hoje quero compartilhar o que venho vivenciando nas últimas semanas! Desde metade de maio, estou vivendo uma situação que me fez enxergar de perto algo que muitas famílias enfrentam todos
Labirintos da Vida
De repente o mundo tão firme, cambaleia e a cabeça gira sem sentido. Labirinto, talvez. Ouço o diagnóstico da emergência e penso que sim, que é num labirinto que me
Voto Consciente e Maduro
Dizem estudos e pesquisas que nossos jovens andam mais tristes. O foco da exposição sua e de tudo nas telas tem deixado a Geração Z desnorteada. Os empregos que aparecem
Comunicação pública, acessibilidade e cidadania: quando as escolhas falam mais alto
Vivemos tempos curiosos. Nunca produzimos tanta informação e, ainda assim, milhões de pessoas seguem excluídas de decisões que afetam diretamente suas vidas. Muitas vezes a barreira não está na falta
Qual o peso do voto da pessoa idosa no Brasil?
Quem anda pelas ruas, quem frequenta bancos, quem observa as praças e hospitais, quem conhece cidades pequenas do interior sabe que a pessoa idosa circula, mesmo com dificuldades, seus cabelos
Ensaiando o próprio velório
Tenho ido a velórios com mais frequência do que gostaria. Mas quem, em sã consciência, gostaria de ir a velórios? Antigamente havia uma profissão chamada carpideira — ou pranteadeira —
Quanto vale uma Mãe?
E vem aí mais um rentável $$$ Dia das Mães…. Em 2026, conforme dados do Comércio, está previsto um faturamento superior a 15 bilhões no varejo. Depois das vendas do
Uma história da velhice no Brasil
(Resenha – Parte Um) Há uma sutileza no título: “Uma história” e não é: História! Mostra que a autora – Mary del Priore – teve o cuidado de não se
