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Quando os sentidos mudam, a vida pede outra escuta.
Depois da cirurgia de catarata, recuperei uma visão que eu já nem lembrava que tinha….
Filhos não sabem como cuidar dos seus pais
Por Elenara Stein Leitão e Adeli Sell Nós do Coletivo Metamorfose da Vida, pelas relações…
Elas não puderam envelhecer: foram assassinadas
Adeli Sell e Ângela Gomes Há uma foto de uma jovem sorridente na sala. A…
Agora somos NOLT. Nós quem, cara pálida?
Já venho lendo em redes sociais e aplicativos de mensagens um texto sobre uma dessas…
Envelhecer: escolha ou acaso?
No dia 8 de novembro, convidado para uma roda de conversa com o núcleo caxiense…
O Último Azul
Fazer cinema no Brasil é uma ousadia. E não estamos fazendo feio. “Ainda estou aqui”…

A série “Metamorfose da Vida” implica uma criação coletiva e colaborativa que reúne diferentes perspectivas e experiênias para acrescentar os seus conhecimentos sobre o tema do envelhecimento. Esta abordagem coletiva procura uma maior compreensão desta fase da vida, abordando o preconceito de idade e trabalhando em direção a políticas públicas para as pessoas idosas. O coletivo vem preencher uma lacuna que aborda a crescente necessidade de foco nas pessoas idosas e suas complexidades na sociedade atual, principalmente nos aspectos da complexidade da existência humana.
Considera aspectos biológicos, psicológicos, sociais, econômicos e culturais. Desconstrói a visão negativa e estereotipada do envelhecimento. Apresenta a velhice como um período de crescimento pessoal, liberdade, novas descobertas e prazer na vida. Resgata a dignidade e o valor das pessoas acima de 60 anos. Aborda temas práticos e reflexivos, com contribuições de diversos especialistas.
E tem um olhar transgressor sobre o envelhecimento.








