O tombo
Já levei tombos na vida. De carrinho de rolimã nunca, não tínhamos acesso. De bicicleta, nunca. Era bom nisso. Tive meus tombos não físicos. Prisão na ditadura. Não reeleição de
Já levei tombos na vida. De carrinho de rolimã nunca, não tínhamos acesso. De bicicleta, nunca. Era bom nisso. Tive meus tombos não físicos. Prisão na ditadura. Não reeleição de
Dizem estudos e pesquisas que nossos jovens andam mais tristes. O foco da exposição sua e de tudo nas telas tem deixado a Geração Z desnorteada. Os empregos que aparecem
Quem anda pelas ruas, quem frequenta bancos, quem observa as praças e hospitais, quem conhece cidades pequenas do interior sabe que a pessoa idosa circula, mesmo com dificuldades, seus cabelos
(Resenha – Parte Um) Há uma sutileza no título: “Uma história” e não é: História! Mostra que a autora – Mary del Priore – teve o cuidado de não se
Em meu recente livro “Uma passagem para a Ásia”, falei dos cuidados e sustentação das pessoas idosas em países como o Laos, o Camboja, Vietnã e Tailândia. Os vizinhos parecem
“Mal ousava respirar temendo avivar a chama, no entanto, respirava profundamente, profundamente.” Bliss/Felicidade, de Catherine Mansfield O dia 20 de março é lembrado como o Dia Internacional da Felicidade. Mas,
No Mar Mediterrâneo há duas grandes ilhas que são bem conhecidas e têm elementos comuns: Córsega, pertencente à França e Sardenha, parte da Itália. Córsega se aproxima dos padrões de
Johannes Doll colaborou com o Coletivo Metamorfose da Vida em vários momentos, desde seu artigo lapidar com sua orientanda Ana Laura G. Espíndola “Amizade entre mulheres na velhice”, no Metamorfose
O abandono é a ‘doença’ mais grave do idoso.“ (Papa Francisco) É pesado? Sim, e pesado mesmo é saber, ver e vivenciar cotidianamente o descarte de velhos. Ou melhor, pessoas
Ler é bom. Ler bons contos, melhor ainda. Eis o primor de livro que me deram: “Velhos”. Li numa tacada. E estou aqui para convencer vocês a lerem o livro